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A trajetória de um jornalista angolano

Meu nome é Feliciano Ndalama Kanjongo, filho de Isaac Kanjongo e Amélia Nduva. Angola é meu país, nasci na província de Benguela, município de Baía Farta.

Em março de 1993, meu pai faleceu em meio à guerra que afetou minha nação. Eu tinha apenas três anos de idade.

Baía Farta. Fonte: Portal Angola Bela

Baía Farta. Fonte: Portal Angola Bela

Tenho quatro irmãos. Acho até importante, ao compartilhar minha história, citar o nome de cada um deles: Manuel Francisco Kanjongo, Juliana Paula Kanjongo, Miguel Jamba Kanjongo e a Teresa Ngueve Kanjongo. Todos crescemos e fomos sustentados pela minha mãe.

Cresci na Baía Farta e fiz o Ensino Primário na escola 10 de Dezembro, o Ensino Secundário na escola 1°de Agosto e o Ensino Médio na escola Puniv.

As reportagens que faço têm ajudado muito os necessitados de meu país e, ao mesmo tempo, contribuído na construção de uma sociedade multicultural e multirracial. Mais justa que em minha época e no tempo dos meus pais.

As reportagens que faço têm ajudado muito os necessitados de meu país e, ao mesmo tempo, contribuído na construção de uma sociedade multicultural e multirracial mais justa que em minha época e no tempo dos meus pais.

Sou da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Fiz o curso básico e médio de Jornalismo na CENJOR (Centro de Jornalismo), em que os professores me consideraram um dos melhores alunos. Fui estagiário na Rádio Lobito e na Rádio Mais Benguela. Depois comecei a fazer teatro. Atualmente sou colaborador da Rádio Benguela, apresentador, locutor, publicitário. Também sou correspondente da Rádio jovem mundial adventista. Sou formador do curso de oratória e retórica. Em meio a minha formação fui convidado para formar jornalistas, nessa perspectiva humanista, enxergando os cidadãos com todo o respeito que eles merecem e não de forma sensacionalista, como muitos veículos de comunicação acabam fazendo.

As reportagens que faço têm ajudado muito os necessitados de meu país e, ao mesmo tempo, contribuído na construção de uma sociedade multicultural e multirracial mais justa que em minha época e no tempo dos meus pais.

Gosto de ler e escrever. Amo tudo que eu faço e ponho sempre Deus como centro da minha vida. Por isso digo sempre, "sou a prova de que Deus existe".

Gosto de ler e escrever. Amo tudo que eu faço e ponho sempre Deus como centro da minha vida. Por isso digo sempre, “sou a prova de que Deus existe”.

Recebo muitas mensagens que comprovam isso. Também tenho várias histórias para contar, de pessoas que encontro e me dão inúmeros depoimentos demonstrando o quanto a comunicação, vinda de um conhecedor da cultura africana, contribui, significativamente, para melhoria da autoestima de uma população tão sofrida e tratada com muita discriminação pelo restante do mundo.

Sou solteiro. Gosto de ler e escrever. Amo tudo que eu faço e ponho sempre Deus como centro da minha vida. Por isso digo sempre, “sou a prova de que Deus existe”.

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